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Conta a historia de uma menina que ficou
órfã na Índia e viajou para a Inglaterra para viver na casa de um tio,
que ficou com a sua guarda.

No início do século XX, Mary Lennox (Kate Maberly) vivia na Índia
com seus pais, que não lhe davam muita atenção, deixando-a aos
cuidados de uma aia. Uma fatalidade os mata e, seis meses depois,
Mary desembarca em Liverpool, na Inglaterra, para viver com Lord
Archibald Craven (John Lynch), seu tio, na mansão Misselthwaite,
uma construção feita de pedra, madeira e metal, com mais de cem
quartos, uma fortaleza. Mary se sente deslocada e assustada, mas
não se dá por vencida. O tio era um homem fechado, muito amargo
pela perda da esposa há dez anos. Não conseguira superar o trauma.

Ele tinha um filho que sofria uma doença que o impedia de andar.
O tio, era muito presente embora quase sempre ausente na mansão,
falavam nele com medo, o tempo todo, mas ele sempre viajando,
numa constante fuga.
A casa era cheia de mistérios, governada por uma mulher muito
estranha, Sra. Medlock, autoritária e cheia de veneno, vivia a proibir.
Sua palavra chave era o NÃO. Nada pode, tudo é proibido, é
perigoso... Os empregados e as crianças tinham que viver sob sua
tirania e a vida corria lenta, limitadamente. Ela se privava de viver
bem e tentava impingir o mesmo às pessoas a sua volta.

A chegada da menina órfã (Mary) muda o clima da casa, dando
leveza e alegria. Mary não acreditava nas proibições da governanta.
Não a obedecia, desafiava-a. Transgredia as normas impostas. Aos
poucos, o castelo, de imensas portas fechadas, começou a se abrir
para ser explorado pela órfã. Cada dia ela fazia uma incursão por
alguma parte da imensa propriedade. Foi assim que, um dia, ela e
um amigo, irmão de uma serviçal da casa, encontraram o jardim
secreto.
Tal jardim escondido por altos muros teria sido freqüentado e cultivado
pela esposa do tio. Após sua morte, a chave do pesado portão se
perdera e ninguém entrava lá, há anos. Descoberto o Jardim, a menina
começou a cultivá-lo, com a ajuda do amigo e um velho jardineiro da
casa. Esperta, ela começou a inculcar em seu primo (a criança doente)
que ele era capaz de andar e ambos começaram a mudar as rotinas da
casa.
Passeavam às escondidas. O garoto doente foi descobrindo que não
era tão frágil e nem tão doente, quanto queriam que ele fosse. Tais
mudanças não agradaram a governanta, que tinha o poder e o controle
sobre a vida de todos na casa. Um dia, o dono da casa voltou de
viagem e recebeu um relatório das peraltices da sobrinha. Encolerizado
foi ter com ela, e a encontrou com o seu filho, brincando no jardim
secreto. O lugar onde jamais voltara desde a morte da mulher.

Para surpresa sua, o filho estava andando. Naquele momento, Lord
Archibald se abriu para a vida, ao ver a alegria do filho curado, das
flores e dos pássaros, e o brilho no olhar das crianças, naquele
esconderijo. Isso nos dá uma idéia de que em cada um de nós existe
um jardim secreto que às vezes deixamos de cultivar por causa das
dores ou pelas imposições da vida cotidiana.

Que tal resgatarmos nossos jardins secretos, permitindo que outras
pessoas façam parte dele, ajudando-nos a cultivá-lo, fazendo-o
florir!?!
O jardim secreto de cada um, é um lugar fantástico onde não existem
tristezas nem arrependimentos. Exala apenas perfumes, saudades e
boas recordações. Um esconderijo onde a força da amizade pode
trazer de volta a beleza da vida.
Assista o Jardim Secreto. Vale a pena... Um filme de rara beleza!

Alice martins







O JARDIM SECRETO DE CADA UM.

"Há dentro de todos nós essa necessidade de ter em algum lugar nosso jardim secreto, não onde vamos confinar nossos segredos, mas onde podemos ter um encontro real e exclusivo conosco."

CUIDE DE SEU JARDIM
"Não corra atrás das borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão. Mas, se dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço, a nossa vida, num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável... As borboletas virão até a nós... Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá. "

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Suculentas na taça


domingo, 6 de maio de 2018

Jardins em vasos de cerâmica - miniatura





Imagens abaixo copiadas do Google

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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Curiosidades sobre os Cactos




Os cactos compõem uma das espécies mais conhecidas de plantas suculentas e


caracterizam-se por sobreviver em condições extremas de seca, ao acumular água em seus caules, flores e raízes. Destaca-se pelo tamanho,


formato e as lindas flores..


Nem todas as plantas que mantêm água dentro da sua estrutura são cactos. Essa característica também é comum às plantas suculentas. A diferença é que os cactos têm apenas caule e espinhos e as suculentos também têm folhas e nem sempre espinhos.


Todos os cactos florescem, porém algumas espécies só dão flores após os 80 anos de idade ou atingir altura superior a dois metros. Depois da primeira floração, todo ano, na mesma época, as flores voltam a aparecer.Cactos podem viver até 200 anos e alcançar 20 metros de altura (como o Cornegia gigantea, originário dos EUA e México). Mas também existem espécies minúsculas. A menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 centímetros de diâmetro.

Apesar de 92% de sua estrutura ser composta por água, a presença do cacto indica sempre um solo pobre e seco.


No mundo, existem mais de duas mil espécies de cactos catalogadas. Só no Brasil, são mais de 300 tipos.


As folhas são as principais responsáveis pela fotossíntese e respiração das plantas, mas as espécies que não possuem folhas, mas espinhos, como os cactos, desenvolveram um outro mecanismo para respirar.


A maioria dos cactos respira pelo caule. Embora os espinhos sejam considerados folhas modificadas (se transformaram para se adaptar às necessidades da planta), ao contrário das folhas, eles não apresentam os estômatos – que são canais existentes entre as células, cuja função é permitir a entrada de ar e a movimentação de vapor de água para dentro e fora da planta. Por esta razão, por mais incrível que pareça os cactos respiram mesmo é pelo caule, pois é nele que se localizam os estômatos.


Por exemplo, em regiões muito secas, é comum a presença de cactos sem folhas, aqui no Brasil, por exemplo, no mandacarú (Cereus peruvianus), abundante na Região Nordeste, as funções de fotossíntese, respiração e transpiração são desempenhadas pelos caules. E como a quantidade de estômatos presentes nos caules dos cactos é pequena, pode-se dizer que esse tipo de planta respira menos do que outras mais folhosas.


O cacto também é utilizado como guardião por algumas correntes do Feng Shui, por ser considerado um purificador de ambientes. Segundo os especialistas desta técnica milenar, o cacto age como uma barreira para os raios gama emitidos por aparelhos de TV e computadores.


Dicas Básicas no Cultivo de Cactos


a) Não exagere na água


Não enxarque os cactos, isso é muito importante! Durante o período de crescimentos, os cactos precisam de mais água do que no período de dormência. Como regra geral para plantas, só deve ser regadas quando o solo estiver seco da rega anterior. Tenha sempre certeza que os furos de drenagem não estão obstruídos. Durante o período de dormência (inverno) as plantas devem ser regadas. Excesso de água causa danos as raizes. Em caso de dúvidas é mais seguro esperar alguns dias, tenha em mente que cacto em ambiente natural passam por longos períodos de secas e eles não são “projetados” para se desenvolverem em solos constantemente molhados.

b) Coloque o cacto em um local luminoso

A maioria dos cacto se desenvolvem melhor quando recebem pelo menos algumas horas de sol pleno por dia durante a época de crescimento. Isso não quer dizer que eles não crescam em uma janela virada para o norte, mas se desenvolverão mais devagar e menores. Em todo caso, pode-se deixá-lo perto de uma janela. Não espere que um cactus no meio da sala irá crescer de forma adequada. Cacto que não receberem luz o suficiente, irão “estiriolar”, irão se esticarem em busca de luz e apresentarão cores verde claro ou em casos extremos amarelo/branco. A região estiriolada é muito mais fina que o normal e será sempre visível mesmo após o cacto voltar a crescer em condições ideais. Não coloque mudas jovens expostas diretamente ao sol! Se elas se tornarem rosa/roxa estão recebendo muita luz.

c) Use um fertilizante especial para cacto

Ferilizantes liquidos podem ser usados espirrando (via borrifador) somente na faze de crescimento ativo. Use um fertilizante com baixos níveis de nitrogênio como 5-10-10 (NPK) ou similar a cada 2-3 meses. Os fertilizantes para cactus disponíveis também servem desde que tenham baixos níveis de nitrogênio.

d) Use um solo especial para cactos


Os substratos para solos disponíveis normalmente, não servem para a maioria dos cactos, esses substratos ficam demasiadamente molhados, o que promove danos as raízes a a haste.


Na maioria dos paises é possível comprar substrato próprio para cactos em lojas de jardinagem.

e) Use o vaso certo

Quando for trocar de vaso, troque por outro um pouco maior que o atual. Se o cacto vier sem um vaso, olhe o tamanho da “bola de raízes” (rootball) e use um vaso que seja cerca de 1 cm maior dos lados e o fundo. Um vaso muito grande pode levar ao enxarcamento do solo e irá danificar a raiz. Certifique-se sempre de haver furos no vaso para que ocorra a drenagem. Se tiver de escolher entre vasos de plástico ou argila, considere que nos vasos de argila, você terá de regar duas vezes mais do que nos de plásticos. Para iniciantes, os potes de argilas são os mais indicados pois drenam o solo mais rápido evitando o exarcamento do mesmo. Sob condições de muito calor os vasos de argila podem se tornar inviável por secar muito rápido o solo.

f) Regue seus cactos por baixo

Para se prevenir o surgimento de pontos na haste e nas raízes, as regas devem ser feitas preferencialmente por baixo do cacto. Coloque o vaso com o cacto em cima de uma tigela ou pote e adicione água na tigela. O solo irá absorver a água por baixo e manterá a haste seca. Descarte a água que sobrar após alguns minutos (se sobrar). Em caso das plantas estarem a pleno sol e a rega for feita por cima, poderão ocorrem queimaduras, visto que as gotas atuam como mini-lentes concentrando os raios solares.

g) Preste atenção quanto as pestes

A maioria dos insetos são branco / cinzas de cerca de 3mm de largura. Plantas infectadas geralmente ficam cobertas com “wooly spots” e uma substância de aspecto viscoso que é deixada pelos insetos. Pequenas infestações podem ser controladas sem o uso de pesticidas, simplesmente removendo a parte infectada com um estilete ou bisturi. Não recomendamos o uso de álcool no tratamento dessas plantas.


Grandes infestações podem ser tratadas com inseticida, sempre observando as normas de segurança e regulamentos locais sobre o uso de inseticidas.


h) Não atrapalhe o aparecimento de brotos e a floração

Se você quiser que os seus cactos apresentem flores, você não poderá movê-lo ou virá-lo durante a formação dos brotos. Choques fortes durante a formação podem fazer que os cactos perca todos os brotos.

i) Não regue demais o seu cactos!

Só para ter certeza que você não esqueceu: Não regue demais o seu cacto!

j) Relaxe

Não se preocupe, cactos são uma das plantas mais fáceis e resistentes de serem cuidadas. Em caso de dúvida se deve ou não regar, apenas não regue. Seria exagero dizer que cactos se desenvolvem mesmo quando negligenciado, mas existe uma certa verdade nisso.

Água e regas no cultivo de cactosÉ o fatos mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção dos cactos

depende de outros tópicos como: (drenagem, temperatura, terra, entre outros), tornando difícil administrar as regas, porém é possível

chegar em numa média, de acordo com os períodos do ano.

No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias.

No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias.

Toda a terra ao redor deverá ser molhada, porém, não encharcada.

Permita que a água seja absorvida antes de adicionar mais água.


Terra e fertilizante no cultivo de cactosA mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de boa terra para plantas caseiras e areia.

Para fertilizar, recomenda-se, substituir mensalmente a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na

proporção indicada pelo fabricante.


Plantio de cactosOs cactos devem ser replantados quando o recipiente (vaso) estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter areia e terra vegetal

para garantir a boa drenagem.

Uma boa dica para a retirada do cactos do vaso antigo, é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra

mão, sem forçar muito, para não quebrar a planta.

Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente.


Fonte: http://www.plantasonya.com.br/tag/cactos/page/5

Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles encontrados em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.




A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de diversos fatores como terra, drenagem, temperatura, etc, sendo assim é difícil determinar uma periodicidade exata para as regas.Contudo pode-se chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Conheça plantas que eliminam poluentes do ar


Plantas para ambientes fechados





 VÍDEO:
http://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/videos/v/saiba-quais-plantas-ter-em-ambientes-fechados/2867004/



Matéria abaixo copiada do site:

 https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/noticia/2016/05/13-plantas-para-cultivar-dentro-de-casa.html




1. Cróton
Esta espécie chama a atenção por suas folhas coloridas e grandes. Brilhantes e um pouco retorcidas, elas surgem em tamanhos variados e podem mesclar tons de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, formando lindas combinações. A folhagem exuberante somente será mantida se a planta receber bastante sol direto. Por isso, posicione o vaso próximo a uma janela. Dicas importantes: ela não se adapta a locais com ar condicionado; ao manipular a planta, utilize luvas, pois sua seiva pode provocar irritações na pele.



(Foto: Edu Castello/Editora Globo)


2. Orquídea
Quem nunca comprou ou ganhou de presente um vaso desta planta? Campeã no uso interno, ela pede poucos cuidados. Uma das espécies mais comuns é a falenópsis, cujas flores arredondadas variam entre o branco, o rosa, o amarelo e a púrpura. Por ser bastante delicada, é melhor escorar sua haste com um tutor. E vale a pena substituir os vasos de plástico pelos de barro, pois são porosos e drenam melhor a água. Deve ser cultivada à meia-sombra, recebendo iluminação indireta. Preste atenção na coloração da folhagem: se estiver escura, mude a orquídea de local

(Foto: Edu Castello/Editora Globo)

3. Palmeira-leque
Por apresentar um crescimento lento, é ótima para o cultivo em vasos. Mas é preciso colocá-la em ambientes amplos e bem iluminados. Suas folhas grandes, plissadas e com margem dentada, em um lindo tom de verde brilhante, chamam a atenção de quem passa. Para mantê-la saudável, remova as folhas velhas e secas e adube a espécie durante o verão. O reenvase a cada dois anos também faz parte dos cuidados necessários. Proteja-a de ventos fortes e do aparelho de ar-condicionado.

(Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

4. Samambaia
De coloração verde-clara, apresenta folhas longas e pendentes, que costumam formar touceiras volumosas, demonstrando sua bela textura. Para tirar proveito dessas características, plante-a em vasos suspensos ou em um local alto. A iluminação ideal para cultivá-la é a meia-sombra, mas ela também gosta de receber iluminação difusa. O vento é um dos seus maiores inimigos, pois acaba queimando as folhas mais jovens.

(Foto: Edu Castello/Editora Globo)

5. Suculentas
São plantas que apresentam raiz, talo ou folhas engrossadas, característica que permite o armazenamento de água durante períodos prolongados. Bastante fáceis de cuidar, elas costumam “avisar” do que precisam, basta prestar atenção aos detalhes. Se as folhas começarem a murchar, aumente gradativamente a quantidade de água; se as folhas da base começarem a apodrecer, diminua. Se ela ficar fina e perder muitas folhas, não está recebendo a quantidade necessária de luz. O ideal é proporcionar pelo menos quatro horas diárias de sol para que elas sobrevivam com saúde.
(Foto: Leonardo Finotti/Editora Globo)

6. Iuca
Com aspecto escultural, apresenta folhas longas, rígidas, pontiagudas e com bordas serrilhadas. Como em algumas palmeiras, as folhas mortas podem demorar a cair, formando uma saia sob a copa. Se envasada ainda jovem, adapta-se bem ao ambiente interno. Cuide somente para posicioná-la em um local com bastante claridade e ventilação. Depois de bem estabelecida, torna-se extremamente resistente. É importante evitar o excesso de água, pois provoca o apodrecimento das raízes.
(Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)

7. Árvore-da-felicidade
Acredita-se que a presença dela na casa traz harmonia e sorte, mas para isso é preciso ganhar um exemplar de presente. Há quem acredite também que as boas energias são garantidas somente quando plantadas no mesmo vaso as duas variedades: a macho e a fêmea. Apresenta folhas pequenas, delicadas e de cor verde-escura. Para mantê-las bem escoradas, utilize tutores de madeira. Aceita sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, mas ficará mais viçosa e cheia em áreas bem iluminadas. Atenção: ela não tolera fumaça de cigarros, ar condicionado ou vento em excesso.

(Foto: Edu Castello/Editora Globo)

8. Zamioculca
É um excelente curinga para corredores e locais com baixa luminosidade natural, onde outras
plantas dificilmente sobreviveriam. Destaca-se pela beleza de suas folhas superbrilhantes, com o aspecto de cera, em tom de verde bem escuro. A espécie é tão resistente que continua linda mesmo em ambientes com ar condicionado. Mas tome muito cuidado com a quantidade de água: é preferível deixá-la passar sede do que regar em excesso.
(Foto: Edu Castello/Editora Globo)

9. Lança-de-São-Jorge
Com folhas cilíndricas, rígidas e verticais, tem um visual bem ornamental. É muito resistente e adora ambientes internos à meia-sombra, mas também vai bem quando cultivada sob sol pleno e luz difusa. Pede pouca água e suporta ambientes com ar condicionado. Pode ser trançada, ganhando um aspecto ainda mais interessante. Como as folhas são pesadas, vale escorá-las com um tutor.
(Foto: Marcelo Magnani/Editora Globo)

10. Peperômia
Folhagem pendente muito ornamental, de aspecto delicado. Suas folhas são suculentas e em formato de coração, geralmente em tons de verde com bordas amareladas ou brancas. Ótima para o plantio em jardins verticais ou vasos suspensos. Deve ser cultivada à meia-sombra e aguenta até iluminação com luz florescente, sendo uma boa opção para escritórios.
(Foto: Victor Affaro/Editora Globo)

11. Ciclanto
Seu caule é quase inexistente, já suas folhas são exuberantes: grandes, largas e com aspecto amassado. Vai superbem em ambientes internos à meia-sombra e não precisa de vasos muito fundos. A umidade é essencial para essa espécie. Uma boa dica é proteger o solo do vaso com casca de pínus, para diminuir a evaporação da água de regas.

(Foto: Evelyn Müller/Editora Globo)

12. Cacto
Ótima opção para quem não tem tempo ou jeito para cuidar de plantas, a espécie gosta de muitas horas de luminosidade direta e pouca água. Quanto mais sol seu cacto receber, mais robusto e bonito ele ficará. Quando plantado em vasos, ele estaciona seu crescimento ao perceber que o espaço acabou.


Veja mais aqui:  

PORQUE MORREM AS SUAS PLANTAS E COMO EVITÁ-LO





Copiado daqui : http://revistajardins.pt/porque-morrem-as-suas-plantas/


Quantas plantas já matou durante a sua vida? Sente-se quase um “serial killer” do mundo vegetal?

Se a resposta é “sim”, este artigo é mesmo para si. Vai ficar a perceber que é muito mais fácil do que parece cultivar as suas plantas, basta ter alguns cuidados e alguns conhecimentos básicos.

São muitas as razões porque matamos as plantas. Mas para facilitar a sua manutenção e para evitar alguns dos erros mais comuns (como em tudo na vida é mais fácil evitar um erro do que remendá-lo) deixo aqui elencados alguns dos erros mais comuns e formas de os evitar ou emendar. Muitos deles já cometi, outros já vimos cometer muitas vezes.

Escolher as plantas erradas


Quantas vezes não chegamos ao viveiro e escolhemos ao acaso plantas lindas e depois não sabemos como cuidar delas? Não significa que as plantas que escolhemos sejam de má qualidade (o que também pode acontecer) ou difíceis de manter. Significa apenas que muitas vezes compramos plantas que desconhecemos, que não sabemos como funcionam ao nível do seu ciclo de vida, período de floração e/ou frutificação, plantas cujas necessidades em termos de luz, solo e água não sabemos e depois tudo corre mal…

Como as expectativas que tínhamos para aquela planta não se cumprem desistimos e acabamos por deixar morrer. Devemos evitar comprar plantas muito sensíveis ou exigentes que não se dão bem em vasos ou em floreiras.

Como evitar este erro:


Devemos sempre conhecer as plantas que compramos, qual o seu ciclo de vida (se são anuais, vivazes ou perenes), se funcionam bem em vaso, se aguentam estar ao sol, se preferem sombra, qual o período e duração da floração (no caso desta ser significativa). Quanto mais informações tivermos maior será o sucesso na manutenção da planta.



Pode dar-se o caso de não ser por culpa nossa a morte das plantas. Há plantas muito sensíveis que não gostam mesmo de estar em vasos e floreiras e que não se adaptam às condições que temos para lhes oferecer.

Não mudar a planta de vaso


Muitas vezes as plantas que compramos estão no limite da sua capacidade de crescimento no vaso em que se encontram. Quantas vezes não deixamos as plantas no vaso em que as comprámos meses a fio e depois ficamos muito admirados se morrem?

Na maior parte das vezes a planta necessita ser mudada de vaso quando chega a casa (não é necessário ser no próprio dia), pois ela precisa de um substrato adequado às suas necessidades de desenvolvimento que na maior parte das vezes não é aquele em que a planta está envazada. Por outro lado, a planta precisa de espaço para crescer e desenvolver o seu sistema radicular, o que permitirá que se alimente em condições e passe a ter um crescimento saudável. Por vezes compramos as plantas por impulso e não temos em casa vaso nem floreira, nem substrato para ela e ficamos à espera de voltar ao viveiro para comprar.

Como evitar este erro:


O ideal é quando compramos a planta comprarmos logo o substrato e o recipiente, no entanto convém ter sempre um pequeno stock (10-15l). São sacos pequenos que se arrumam em qualquer lado. Se não quisermos comprar recipientes, podemos reciclar algum que tenhamos em casa. Caixas de madeira, cestos ou sacos de tela dos supermercados podem ser uma solução para quem não quer gastar muito dinheiro. O recipiente que escolhermos para a planta deve ser maior que aquele onde a planta está. Apenas mais 2 a 3 cm de diâmetro ou comprimento bastam.


No prazo de 4-5 dias devemos mudar a planta para um vaso maior e colocar-lhe um bom substrato. A planta deve sempre ficar a mesma altura que está no vaso, nem mais enterrada nem menos e não se esqueça da drenagem.




Escolher o substrato errado


Na hora de escolher o substrato não escolha um qualquer. Informe-se! Nem sempre o mais barato é a escolha mais inteligente…

Este é um erro comum. Muitas vezes por falta de conhecimento. Tal como as pessoas e os animais, as plantas são seres vivos que nascem, crescem e morrem e que precisam de se alimentar. As plantas podem ter necessidades diferentes em termos de substrato; há plantas que se desenvolvem melhor em terras ácidas, outras que necessitam de mais matéria orgânica e outras ainda que necessitam de substratos mais pobres.

Como evitar este erro:

Para escolhermos o substrato adequado devemos saber que tipo de planta estamos a escolher e utilizar um substrato em que ela se desenvolva adequadamente. Há substratos no mercado para tudo: hortícolas, catos e suculentas, aromáticas, plantas acidófilas, plantas de flor, frutos, etc. Se vai colocar no mesmo vaso duas plantas diferentes, por exemplo uma aromática e uma hortícola, opte pelo substrato mais exigente que neste caso é o das hortícolas. O melhor mesmo é nunca juntar no mesmo vaso plantas com necessidades de substrato muito diferentes.

Utilizar uma fertilização errada ou em excesso


Muitas vezes a tendência é se a planta está com mau aspeto dá-se-lhe adubo… Muitas vezes ao adubarmos “forçamos” o crescimento da planta e esta fica mais sensível a pragas e doenças.


O excesso de adubos pode mesmo “envenenar “ a planta e ela acabar por morrer, pois podemos saturar o substrato com sais.

As plantas em vaso precisam efetivamente de ser fertilizadas. Para tal podemos optar por adubos ou fertilizantes naturais como o húmus de minhoca. No caso do adubo, devemos perceber o que contém, para que serve e quantas vezes o devemos aplicar.

Muitas vezes adubamos a planta no período em que esta está em repouso vegetativo, quando cresce menos não porque esteja fraca ou doente mas sim porque está em “período de descanso”. Nesta fase a planta não precisa de fertilizantes, precisa de menos água e menos horas de sol, é o ciclo natural das plantas.

Como evitar este erro:

Podemos diminuir a necessidade de fertilização se, ao plantar, colocarmos um bom substrato e optarmos por colocar composto, húmus de minhoca ou algum substrato novo regularmente.

Quando plantar, fertilize com húmus de minhoca ou com um adubo orgânico que permita que a planta vá acedendo aos nutrientes à medida que vai precisando. A cada nove meses deve voltar a fertilizar. No caso de hortícolas e fruteiras poderá ter de fertilizar mais para garantir boas colheitas (uma vez por mês no período de produção).


Muitas vezes os substratos já são fertilizados e aí só precisamos fertilizar seis a nove meses depois. Um bom substrato poupa muitas fertilizações.

Não fertilize no inverno, mesmo que não faça mal à planta está a deitar adubo fora pois como a planta está numa fase de repouso não vai utilizá-lo.

Plantar na estação errada

Muitas vezes queremos plantar naquele dia ou semana “aquela planta” que vimos no viveiro, na revista, no blogue… Recebo muitas perguntas em relação às épocas de plantação, nomeadamente dos bolbos de inverno (tulipas, crocus, frésias, jacintos, narcisos, etc). Wstes nunca se plantam no verão, precisam de frio para quebrar a dormência e germinarem, logo se comprarmos bolbos de inverno na primavera só os podemos plantar no outono quando já estiver algum frio.

Devemos informar-nos sobre a época das plantas. No caso das hortícolas é absolutamente indispensável saber quais as hortícolas da estação quente e quais as hortícolas da estação fria. Em relação às flores de época a mesma coisa, embora possam existir nos viveiros flores “fora da ápoca” assim como há “fruta e legumes fora da época”. Isto não significa que elas aguentem no exterior. São plantas criadas em estufa com todas as condições controladas e cujas florações e frutificações são forçadas.

Como evitar o erro:

A maior parte das plantas vivazes (cujo ciclo de vida é de três anos ou mais) devem ser plantadas preferencialmente no outono ou na primavera. Em relação às plantas anuais de flor, temos de ter em atenção que há as de floração de outono/inverno (que devem ser plantadas no início do outono) tais como amores-perfeitos, calceolárias, margaridas-do-campo, prímulas, e as de floração de Primavera/verão, que devem ser plantadas no final da primavera, tais como petúnias, begónias, portulacas, cosmos.

Regar de forma errada
Para um jardim em vasos, a rega é a tarefa que consome mais tempo (se não quiser investir num pequeno sistema de rega gota-a-gota). Não nos devemos esquecer que em vaso ou floreira as plantas necessitam de mais água do que quando em terreno livre, pois os seus sistemas radiculares são mais pequenos e é aí que a planta acumula água. Deve ter alguns cuidados a regar, e sempre que rega com regador plantas pequenas e frágeis deve faze-lo colocando um “bico de chuveiro” no seu regador.


Regue preferencialmente na terra (substrato) e não as folhas. As sementeiras devem ser regadas com um pulverizador.

Regar a mais

Está provado que esta é a maior causa de morte nas plantas, as plantas precisam de água mas também de ar perto das raízes. Se existir água em excesso as plantas morrem por asfixia radicular.

Como evitar este erro:

Regar apenas quando o solo está seco, verificar com um pau ou com o dedo nos 3-4 cm superficiais.

Ter em atenção os sinais que a planta nos dá. Se aparecem fungos ou se as folhas começarem a ficar de um verde mais claro ou amareladas podem ser sinais de excesso de água. Nestes casos deixar de regar durante alguns dias e em caso extremos mudar para um outro vaso com novo substrato e drenagem assegurada.

Regar a menos

As plantas precisam em absoluto de água para viver. Devemos ter atenção e nos dias de mais calor regá-las abundantemente e sempre no final do dia ou início da manhã.

Como evitar este erro

Aprender a perceber os sinais das plantas (folhas caídas e engelhadas… não falha) e regá-las antes que seja tarde demais. Se perceber que regou mas a água não saiu pelo prato, regue até esta começar a aparecer e depois pare. Regue sempre que o substrato estiver seco.

Falta de drenagem

A falta de drenagem mata muitas plantas, até porque se não há drenagem eficiente qualquer água em excesso se torna muito mais grave pois não tem por onde sair.

O sucesso das plantas começa da forma como se faz a drenagem e como se plantam o resto é só manter.

Muitas vezes os vasos não têm orifício de drenagem, acumulando água no fundo o que provoca asfixia radicular.

Como evitar o erro:

Este é dos erros mais fáceis de evitar, basta furar o vaso se este não vem furado e colocar no fundo uma camada drenante em argila expandida (leca), brita ou cacos de barro de outros vasos, depois convém colocar por cima uma manta geotêxtil (ou à falta desta filtros do café abertos a cobrir toda a superfície), esta operação confere uma melhor drenagem e uma maior longevidade ao substrato que desta forma não é arrastado com tanta facilidade, tem ainda a vantagem da água que eventualmente poderá escorrer ser limpa.


Colocar a planta nas condições erradas de luz

As plantas têm necessidades diferentes de luz e sol. Ao colocá-las nas condições erradas, elas podem não se desenvolver em condições saudáveis, desenvolver pragas e doenças e acabar por morrer.

Este é um erro muito comum. Por exemplo, as hortícolas e aromáticas em geral precisam de pelo menos cinco horas de sol direto por dia para produzirem em condições. Há plantas como as hortenses, azáleas, jarros, etc que preferem poucas horas de sol direto e aguentam menos horas de luz.

Nenhuma planta sobrevive sem pelo menos 3-4 horas de luz por dia.

Com evitar este erro:

Este erro evita-se de duas formas, primeiro avaliando as condições de luz e sol que temos disponíveis e depois utilizando plantas que se adaptem as estas condições. Lutar contra a natureza é sempre uma tarefa inglória e se há tanta variedade de plantas, adaptadas a todo o tipo de situação (exceto a casas de banho interiores sem luz natural como já me foi perguntado várias vezes no blogue, aí só plantas artificiais)

Sujeitar a planta a stress

Todos nós já cometemos este erro… Comprar uma planta de manhã ou à hora de almoço (que vimos na florista perto do emprego e que até estava à porta do lado de fora), levamo-la para o emprego e ali passa ela todo o dia. Depois voltamos para casa com ela no carro ou nos transportes sujeita a variações de temperatura, luz, correntes de ar, apertões e empurrões… Chegamos a casa e deixamo-la em qualquer sitio muitas vezes até enfiada no celofane em que a trouxemos da loja. Depois admiramo-nos que a desgraçada lhe comecem a cair as folhas e que morra.

Como evitar este erro:

Não se esqueça que as plantas são seres vivos e evite comprá-las por impulso. Se por acaso o fizermos e as sujeitamos a todo este stress, quando chegamos a casa devemos retirar o celofane (não a mudar logo de vaso pois senão é ainda mais um stress), devemos regá-la bem, pulverizá-la e colocá-la num local com a luz e temperatura aconselhados. Muitas vezes as plantas trazem umas etiquetas que nos ajudam e muito a cuidar delas, não deite fora a etiqueta.

Se a planta se estiver a adaptar bem, dois ou três dias depois pode então mudá-la para um vaso maior utilizando um substrato adequado para ela.

Nas plantas de interior, durante o inverno reduzir as pulverizações com água

Muitas vezes no verão está calor e por isso temos a tendência natural para de vez em quando pulverizarmos as nossas plantas de interior, no inverno como está frio nem nos lembramos. Acontece que uma casa aquecida é quase um deserto em termos de secura do ar.

Como evitar este erro

Não se esqueça de pulverizar as suas plantas de interior no inverno (se estas estão em zonas aquecidas da casa).

A peónia é uma planta vivaz.

Deitar fora plantas que achámos que morreram (mas são vivazes)

Quando temos uma planta nova devemos ter o cuidado de saber como é o seu ciclo de vida. Pode ser anual (cujo ciclo de vida se cumpre num ano, como os amores-perfeitos, petúnias, manjericão, etc.); pode ser perene (cujo ciclo de vida dura 3 ou mais anos – arbustos e herbáceas como malmequeres, alfazemas, etc.) ou então podem ser plantas vivazes, cuja parte aérea desaparece no inverno e volta a aparecer na primavera ou no verão (caso do lotus, jarros, peónias).

Como evitar este erro

Saber o ciclo de vida da planta, para não corrermos o erro de deitar fora uma planta que não morreu.

Quando muda de vaso muda para um vaso grande demais

Pelo menos no final de dois ou três anos vamos ter de mudar as plantas de vaso. Muitas vezes temos a tendência quando mudamos a planta de vaso de a mudar para um vaso muito maior, pois achamos que desta forma tão cedo não vamos ter o trabalho de a mudar novamente. O que pode acontecer é que ao mudar para um vaso ou floreira muito maior, vamos ter de colocar muito substrato novo (que é fofo e arejado). Pode dar-se o caso de a planta ficar com as raízes muito “soltas” com muito espaço livre e correr o risco que encharquem com mais facilidade. A planta pode não enraizar e vir a sofrer de asfixia radicular.

Como evitar este erro

Quando mudar de vaso, mude apenas para um vaso ligeiramente maior e utilize um substrato igual ao que tem no vaso de onde vai mudar a planta e adequado ao tipo de planta que estamos a cultivar.


Não controla as pragas e as doenças atempadamente

As plantas em casa, na varanda ou no terraço têm menos probabilidades de terem pragas (animais normalmente pequenos, que aparecem em grande número e que provocam danos nas plantas) e doenças (podem ser provocadas por bactérias, vírus ou fungos), pois o ambiente é mais controlado.

Devemos ter o cuidado de comprar plantas saudáveis, atenção aos sinais quando as estamos a escolher. Manchas, pintas, pontas secas etc. nunca são bom indício.

Muitas vezes a tendência é atacar com químicos que nem sempre são os mais indicados. No caso de hortícolas e aromáticas são totalmente desaconselhados.

Como evitar este erro:

Para evitar grande parte dos problemas gerados pelas pragas e doenças, nada como prevenir.

Pelo menos de 15 em 15 dias observe com atenção as suas plantas, assim evitará muitos problemas.

Remova as folhas e as flores secas e com manchas pois podem contribuir para o aparecimento de pragas e doenças. Quando retirar as flores secas retire também os caules onde estão as flores e onde não vai haver mais floração.

Nas plantas e interior não são muito comuns as pragas e as doenças. No entanto, por vezes o excesso de água (erro muito comum) pode estimular o aparecimento de fungos ou bactérias prejudiciais.

Muitas vezes as plantas aparentemente doentes não têm pragas nem doenças, apenas carências nutritivas, falta ou excesso de água, calor a mais ou a menos, luz a mais ou a menos, humidade a mais ou a menos. Com o tempo vai começar a conhecer as suas plantas e a saber como lidar com elas.
Grande parte das pragas e doenças podem ser evitadas se as plantas estiverem nas condições ideais de luz e temperatura, se estiverem “bem alimentadas” com substrato e fertilizações adequadas e se tiverem a quantidade de água que necessitam.

Fotos: Pixabay, Thinkstock



Aprenda como cuidar do Kalanchoe



Kalanchoe




Kalanchoes- do tipo das suculentas . No Brasil conhecida como

folha-da-fortuna.

COMO CUIDAR


Necessita de luminosidade , de clima quente e úmido para se desenvolver bem (cultivo pode ser feito a meia-sombra, porém, é necessário que receba luz solar direta durante algumas horas do dia. )

No inverno é importante que essa planta receba regas espaçadas, pois não se deve deixar que a água fique acumulada o que pode causar o apodrecimento das raízes.

Deve ficarl em que receba sol e vento, lembre-se que ela tem origem na África. Quando a planta é exposta ao sol as suas flores duram por mais tempo.

Rega

Como se trata de uma planta do tipo suculenta acumula água e por isso mesmo não é necessário regá-la todos os dias. Durante o verão é interessante regá-la umas duas vezes por semana, já no inverno é interessante regá-la apenas uma vez por semana ou então quando perceber que o substrato está começando a ficar ressecado.


Quando for regar atente para o fato de que você deve molhar apenas o solo, não molhe a planta. O solo deve secar antes de ser feita uma nova rega e de preferência use sempre pouca água, deve ser a quantidade suficiente para que escorra um pouco no pratinho ou nem mesmo isso.

Adubação


Uma forma de estimular a floração dos Kalanchoes é através da realização de uma adubação anual feita com farinha de osso, torta de mamona e fertilizante de fórmula NPK. No caso do adubo comprado pronto NPK é necessário que a quantidade de fósforo seja maior para essa fase de floração. O adubo pode ser encontrado em lojas de artigos de jardinagem bem como em supermercados.

Podas


Essa é uma planta que não exige podas complicadas para manter o seu visual ornamental. Para mantê-la bonita se concentre em retirar as hastes conforme as flores forem murchando.

Copiado ( imagem)  do site abaixo

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Como Fazer Terrários dentro de vidros



Mas afinal o que é um terrário?

Trata-se de um recipiente aberto ou fechado, onde cultivamos algumas espécies de plantas, simulando o seu ambiente natural!

Um terrário fechado apresenta, a uma micro-escala, o nosso meio ambiente, constituído por solo, água, ar, luz e seres vivos. Surge como um mini-planeta :)

Por isso, fazer um terrário é uma experiência muito interessante e divertida.

Além disso, permite-nos observar fenómenos da natureza, como o ciclo da água (só possível de ser observado em terrários fechados).

Como se dá o ciclo da água num terrário fechado?

Quando a temperatura aumenta, a água que foi colocada uma única vez no terrário, juntamente com a água proveniente da transpiração das plantas, evapora-se e dá origem a uma enorme concentração de vapor.

A atmosfera, criada pelo terrário fechado, não consegue absorver todo o vapor e quando este encosta na parede do recipiente, que está a uma temperatura mais baixa, condensa (transforma-se em gotículas que se depositam no tecto e nas paredes do terrário).

E o que acontece quando a humidade atinge um elevado estado de saturação?
Chove no terrário!

As gotículas precipitam-se para o solo, molhando de novo a terra. E reinicia-se o ciclo da água.

Um terrário também nos ajuda a perceber melhor, e de uma forma fácil, como funciona a camada de ozono. Essa tarefa é desempenhada pela tampa do recipiente. Sem ela, o vapor perder-se-ia no espaço. Não haveria o fenónemo das "chuvas" e nem existiria o ciclo da água.

Como fazer um terrário?

Primeiro temos de arranjar um recipiente transparente e prepará-lo para receber as espécies. A seguir deve-se:

• Lavar o recipiente com água e detergente, para eliminar todos os resíduos.

• Desinfectá-lo bem com álcool, para evitar que nasçam fungos ou bactérias, que possam alterar o equilíbrio do ambiente interno.

Logo que o nosso recipiente esteja bem limpo e seco:

1. Colocamos uma primeira camada de pedrinhas no fundo.

2. Depois uma segunda camada de carvão vegetal, areia ou casca de pinheiro.

3. Por fim, uma terceira camada de terra (as três camadas representam, de maneira simplificada, as condições ideais do solo - a terra serve para nutrir, o carvão vegetal para absorver os gases libertados, e as pedrinhas para drenar a água).

4. Fazemos um pequeno buraco na terra e colocamos a planta, tendo o cuidado de escolher espécies que gostem de água. A planta deve ser pequena para poder desenvolver-se (o ideal é escolherem-se pequenas mudas de plantas já com raiz).

5. Repomos a terra retirada ao redor da planta.

6. Regamos o terrário cuidadosamente e tapamo-lo.

7. Colocamos o nosso terrário num local que tenha claridade média (nunca directamente à luz do sol).


Algumas dicas úteis:

• Devem usar-se plantas numa medida proporcional ao tamanho do terrário. É necessário encontrar um ponto de equilíbrio ecológico.

• Se uma espécie vegetal começar a murchar, é sinal de que não está a adaptar-se ao microssistema. Nestas circunstâncias, deve ser devolvida ao seu meio natural.

• A vida útil do terrário pode chegar a um ano ou mais. Porém, há um cuidado básico a ter em conta: ele deve ser aberto a cada uma ou duas semanas (por um período mais ou menos de 2 horas) para que as plantas recebam alguma brisa.

• Uma vez regado o terrário, o ciclo da água inicia-se. Se o recipiente estiver muito encharcado (o vidro pode ficar muito embaciado). Devemos abri-lo por algumas horas para secar e depois fechá-lo novamente. Se a transpiração não estiver a ocorrer (sem gotículas no vidro), devemos regá-lo com um pouquinho de água! Mas atenção, é só um pouquinho!

• Já que as plantas num terrário não têm muito espaço para crescer, não é necessário adubá-las. Conforme as plantas forem crescendo, terão de ser podadas cuidadosamente, utilizando para tal uma tesoura pequena.

• Na criação do nosso terrário, nada nos impede de dar asas à nossa imaginação. Podemos decorá-lo com pedras, conchas, musgo, paus, etc... O nosso terrário não só ficará mais bonito, como espelhará, a uma micro-escala, a Mãe Natureza.









Modelos de Terrários encontrados no GOOGLE (Abaixo)

Imagem relacionada

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Confira o passo a passo de como fazer um:
Materiais

• Recipiente (vidro, cerâmica, barro, tênis, panela... use a criatividade)
• Substrato preparado, nesta proporção: 3 partes de terra vegetal, 2 partes de areia e 1 parte de perlita
• Pedrinhas e cascalhos
• Mudas de plantas suculentas (de tamanho apropriado pro seu recipiente)
• Adereços ao seu gosto: areia colorida, personagens, pedrinhas, conchas, etc
• Ferramentas (pode improvisar com: colher de diferentes tamanhos, pinça longa, pincel, etc)


 Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Como fazer

1- Lave bem o recipiente com sabão. "Nunca se sabe o que pode ter dentro, assim evitamos que algum fungo ou larva de inseto se prolifere ali", explica Babi. Espere secar completamente.

2- Faça uma pequena camada com as pedrinhas ou cascalhos no fundo, para facilitar a drenagem caso haja um excesso de água já que os recipiente não tem furos.

Editora Globo (Foto: Editora Globo)

Use a sua imaginação e crie em sua cabeça mais ou menos o cenário que deseja reproduzir. Dessa forma não corre o risco de montar tudo e depois mudar de idéia.

Retire suas plantas dos vasinhos, tomando sempre cuidado para preservar o máximo que conseguir do torrão original de terra em volta da raíz. "Isso garante uma melhor adaptação da planta na nova casa, embora nem sempre você consiga". Assim consegue saber a quantidade de terra necessária para completar o recipiente escolhido. Caso o torrão seja grande, coloque-o dentro do recipiente e vá completando com o substrato preparado até a altura desejada.
Colocadas as plantinhas, pressione levemente o solo em volta do tronco para que elas se acomodem melhor no novo solo.
sempre bom não deixar o solo exposto, isso faz com que água evapore mais rapidamente. Coloque uma pequena camada de pedrinhas e/ou areia para proteger seu solo.
Editora Globo (Foto: Editora Globo)



Enfeite o seu cenário com o que achar de mais interessante: pedras, tronquinhos, mini gravetos, personagens, areia colorida, o que vier na sua cabeça. "É a parte mais legal!", conta Babi.



sábado, 20 de outubro de 2012

Pragas e doenças em Cactos.

cactus

cactosEm geral, os cactos são de fácil cultivo, mas existem alguns distúrbios que podem ser problemáticos.


• Cochonilha lanuginosa: pode causar sérios danos. São insetos que sugam a seiva do exemplar, impedindo-o de crescer. Pincele-os com mistura de água e álcool usando a mistura em partes iguais.


• Ácaro vermelho e uma praga que vive em formação semelhante a teias esbranquiçadas e descora o cacto, tornando-o bronzeado. Pulverize água e álcool se não resolver, aplique um bom acaricida. (Quando a praga já se instalou, use enxofre de 500 mg, na dosagem especificada pelo fabricante. Repita a operação a cada dez dias, durante um mês, para exterminar os ácaros em todas as suas fases).


• Cochonilha é um pequeno inseto que suga a seiva e enfraquece o crescimento da planta. Retire-o com um palito ou passe um pincel embebido em mistura de água e álcool misturados em partes iguais.


• Pulgões: existem vários tipos de pulgão, que podem ser pretos, amarelos, rosados ou verdes. Todos eles se reproduzem com bastante rapidez, infestando uma planta da noite para o dia. No momento em que os pulgões começam a se multiplicar, o exemplar pode ser danificado muito depressa. Atacam brotos novos, perfurando-os com um ferrão para sugar a seiva da planta.

Os pulgões segregam uma substancia adocicada, que ira cair nas folhas mais baixas, formando um deposito açucarado. Em pouco tempo, a planta fica desfigurada,pois um fungo preto se desenvolve nesses depósitos cristalizados.


• Limpe as folhas com uma esponja macia, embebida em água e álcool misturados em partes iguais. Se os pulgões persistirem, utilize um inseticida à base de malathion, uma vez por semana, durante três semanas.


• Podridão basal ocorre quando a base da planta começa a “melar”.


Isso acontece por excesso de regas.
Fonte: Aqui





Estas espécies resistem a qualquer coisa: sol intenso, sombra permanente, pouca água e até mesmo a donos inexperientes. Conheça as variedades que preenchem pelo menos um desses requisitos

Cactos são ideais para áreas externas. Eles gostam de muitas horas de luminosidade direta e pouca água. Ou seja, não tenha dó de deixá-los no sol e regue a cada sete ou dez dias. Projeto do paisagista Rodrigo Oliveira.



As folhas rajadas desta espécie entraram nos jardins brasileiros pelas mãos de Burle Marx. Africana de origem, a espada-de-são-jorge foi adotada primeiro pelos modernistas, mas hoje cabe em qualquer estilo e lugar.É a flexibilidade em forma de planta, que, reza a lenda, ainda traz proteção

A espada-de-são-jorge tem crescimento lento, mas é resistente. Pode ser cultivada a pleno sol ou à meia sombra. Aguenta frio e calor e não precisa de muita água. Aliás, cuidado para não deixar o vaso encharcado.


                                                                 Lança de São Jorge






Pode ser cultivada em vasos ou canteiros a pleno sol, em terra fértil e permeável com irrigação periódica.


Resiste bem a insolação intensa.


              

                                                Suculentas-Em versão míni





RESISTENTE, ESTA ESPÉCIE SUPORTA SOL E CHUVA EM EXCESSO, POUCA VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO, E AINDA PODE DIVIDIR A MESMA TERRA COM OUTRAS PLANTAS.


A dica para não encharcar a planta é regá-la apenas uma vez por semana com uma xícara de café de água.Podem ser plantadas em vasos de cerâmicas ou plásticos, desde que esses vasos tenham uma boa drenagem e não acumulem água porque o excesso de água podem matá-las.Gostam muito de sol e devem ser aguadas 1 vez por semana ou a cada 15 dias dependendo do clima. Elas exigem pouquíssima manutenção devido a sua capacidade de armazenar água e sua grande resistência.





CLIQUE NO LINK ABAIXO E APRENDA COMO CUIDAR DAS SUCULENTAS:

                                                     Aqui:   Plantasonia


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Crie os seus vasos de cimento


Aqui fica o passo a passo para poder criar 
os seus vasos de cimento.





vasos de cimento



Veja mais dicas legais aqui

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Lucky bamboo ou bambu da sorte .

bamboo 1






LUCKY BAMBOO


Planta ornamental, atrai prosperidade,


fortuna e ativa as energias.


Decore sua casa ou escritório com o Lucky Bamboo. Além de serem totalmente do bem, as plantas trazem energia e vida aos ambientes.


Levando a sorte no nome, a planta ornamental é originária de Taiwan (China) e mundialmente conhecida por sua beleza exótica, simplicidade e praticidade. Cultivado artesanalmente há mais de um século, o Lucky Bamboo faz parte da tradição oriental, simbolizando Sorte e Prosperidade. Também é recomendado por especialistas em Feng Shui por simbolizar paz, prosperidade e harmonia.

Apesar de introduzido recentemente no Brasil, o Lucky Bamboo já está bastante difundido na Europa e Estados Unidos como a plantinha da sorte dos chineses.


Durabilidade e Praticidade 

Perfeita para ambientes internos, o Lucky Bamboo pode durar anos com manutenção mínima: apenas uma troca de água por semana e não expor a luz direta do sol. 


* O Lucky Bamboo pode ficar em um vaso com terra desde que a mesma seja 

mantida em terra úmida, sem encharcar. 
* Também pode ser colocada em vasos ou potes com cristais, pedras etc 
desde que suas raízes estejam com água ao nível de cobrir todas as raízes. 
* Não expor à luz direta do sol. 
* Manter o vaso com água limpa (água filtrada ou água corrente desclorada) 

* Trocar a água a cada 10 dias ou no máximo 1 vez por semana 
* Ao cortar a haste do Lucky Bamboo ele provavelmente irá morrer 
* É possível retirar as folhas secas e amareladas, quando achar necessário, 

sem risco para a planta. 

* A haste do Lucky Bamboo não irá mudar em sua largura ao longo da vida, 

exceto sua tonalidade (o verde irá tornar-se mais escuro com o tempo). 

* As plantas Lucky Bamboo não são venenosas ou tóxicas. 


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Abajour na garrafa de vinho.

Fiquei encantada com esta idéia , e resolvi compartilhá-la.vejam:




Veja  aqui o passo a passo desta genial idéia.

Jarrinhos vestidos com meias.
E esta então?ficou ou não ficou, uma gracinha? amei!!



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Plantas para lugares fechados.




Cada planta tem preferências quanto à quantidade de água, luz e nutrientes. Uma variação excessiva nesses elementos pode resultar em prejuízo de seu vigor. Assim se há muita luz no ambiente, e a planta prefere sombra, ela ganhará um aspecto doentio. Nesse caso, é preciso recuá-la para um canto sombreado.



Cuide bem de suas plantas de interior

Para mantê-las viçosas em ambientes fechados, basta dar o cuidado certo no momento adequado. Se você notar, por exemplo, que as pontas das folhas estão marrons e murchas e que as inferiores ficam amarelas e caem o problema é provavelmente, a falta de água. Portanto regue a até a água escorrer pelo buraco do vaso e só torne a molhar quando a terra secar novamente.

Manter as folhas limpas, ajuda as plantas a absorver melhor o oxigênio, tão necessário para sua sobrevivência. Lavá-las a cada quinze dias é o método ideal para remoção da poeira acumulada isso impede também o desenvolvimento de pulgões, cochonilhas e outras pragas.

Esses são apenas alguns dos pequenos cuidados com os quais você obtém plantas de interior realmente muito mais bonitas e viçosas.




Zamioculca

É ideal para escritórios, salas, um ambiente mais escuro.
Ela é da família da Comigo-ninguem-pode que é tóxica; o Guaiambé também da mesma família é usada como medicinal. Nunca lí nada sobre o fato dela ser tóxica, no entanto não deixe que seus animais comam suas folhas, no mínimo não terá sua planta destruída.
Os cuidados no cultivo da Zamioculca dentro de casa
O solo deve ser orgânico com excelente drenagem, resiste bem a ambientes com luminosidade deficiente. Se o solo for rico em matéria orgânica não haverá necessidade de adubação química. É uma das plantas que mais resiste à falta de luz.
Como fazer a poda
Retire-a do vaso, faça a divisão da touceira e replante a parte que quiser. O que sobrar pode presentear suas amigas.
A Zamioculca tem ótima resistência com pouca luminosidade, é um curinga para interiores. Mas é bom lembrar que, um arzinho renovado deve correr em qualquer ambiente com plantas, mas até sem ele ela suporta.
Ela também é conhecida como brilhante, por manter o brilho das folhas sob pouquíssima luz. As folhas parecem até enceradas.
O solo ideal para a Zamioculca deve ter boa drenagem e ser rico em matéria orgânica:
1 parte de terra comum
1 parte de terra vegetal
1 parte de areia de construção lavada
1/3 parte de húmus de minhoca.
A rega deve acontecer umas 2x por semana, ou sempre que o substrato estiver mais pra seco.
O crescimento é lento, o máximo de cuidados que ela exige é a retirada de folhas secas e murchas. Adubar a cada 3 meses com húmus de minhoca preferencialmente ou NPK 10-10-10, sem encostar nas hastes, só em volta do vaso, 1 colher de sopa não muito cheia, num vaso grande.
Fonte : Planta sonya

planta-3.jpg



Plantas de sombra ( Recebem apenas luz difusa, entre quatro e seis horas por dia, sem sol ou claridade direta):
- Jobóia
- Palmeira-Ráfis
- Singônio
- Espada de São Jorge
- Café-de-Salão.






Tipos de plantas para lugares fechados :

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Como cuidar de plantas em vasos.

Estou aprendendo, aprenda também!

               Como cuidar de plantas em vasos.

Na hora de decorar seu terraço com plantas, tudo é permitido. Jogue com vasos de vários tamanhos, materiais e formatos. Além disso, improvise à vontade, lançando mão de recipientes originais: calderôes e panelas antigas, carrinhos de mão, pratos e xícaras sem uso, cumbucas de barro, sopeiras…


Clique abaixo , e aprenda quase tudo sobre plantas em vasos.



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pés de pimentas na janela da cozinha.





Dicas para criar e desfrutar de um jardim aromático.




Quer ter um jardim ou uma varanda com alguns vasos com ervas aromáticas? Dedique algum tempo e espaço para se dedicar ao cultivo das ervas aromáticas – bonitas, saudáveis, frescas, aromáticas e comestíveis… tudo à mão de semear e saborear.
1. A localização no jardim


Regra geral, as ervas aromáticos necessitam de um solo solto e poroso, ou seja, prosperam mais em terra seca e aberta do que em terra pesada e úmida. Para assegurar estas condições de crescimento, escolha uma zona do jardim que receba muito sol e, se for necessário potenciar as características do solo, basta juntar-lhe areia para tornar a terra mais solta. Os canteiros reservados a um jardim aromático podem ser circulares, quadrados, em caracol ou espiral, com ou sem intersecções. Se preferir uma estrutura mais organizada, pode dividir o jardim aromático com pedras/tijolos (a vantagem destas é que acumulam o calor do sol, potenciando o desenvolvimento das ervas) ou estacas, mas também pode fazer uma plantação livre e completamente natural. Por fim, quanto mais perto de casa ou da porta da cozinha melhor – para aproveitar todos os ingredientes frescos que tem à disposição.
2. Vasos e floreiras


A facilidade com que crescem a maioria das ervas aromáticas permite que estas possam ser igualmente plantadas em vasos e floreiras que descansam no peitoril da janela da cozinha ou penduradas numa varanda. O fato de não necessitarem de muito espaço para florescerem significa que mesmo num pequeno apartamento é perfeitamente viável desfrutar de um jardim aromático. Se possível, opte por vasos em terracota, no entanto, as floreiras ou vasos em plástico são igualmente adequados. Certifique-se que o tamanho dos vasos sejam apropriados ao tipo e quantidade de erva aromática a semear e junte sempre à terra normal, areia ou argila em partes iguais, para torná-la mais solta e permeável.
3. Variar para saborear


Na hora de plantar um jardim aromático, importa escolher ervas que aprecie particularmente e que habitualmente utiliza na cozinha. Quanto mais espaço de jardim tiver, mais espécies pode plantar; no entanto, se vai optar por um “jardim envasado”, a variedade pode mesmo assim ser muita: 6 vasos permitem 6 tipos de ervas aromáticas distintas, por exemplo. Existem ainda várias espécies que, quando plantadas em conjunto, florescem lindamente, por isso, veja que tipo de misturas pode fazer para duplicar o jardim aromático, tornando-o, em simultâneo, visualmente atrativo.
4. Semear e cuidar


Seja em jardim ou vaso, não há nada mais simples do que semear ervas aromáticas: basta espalhar as sementes no solo preparado e verificar, poucas semanas depois, o florescimento das plantas. Se pegarem à primeira – que é, por norma, o caso – as colheitas sucedem-se e terá sempre um jardim aromático em flor, com ervas frescas prontas a serem utilizadas. Como em tudo na jardinagem, existem algumas espécies que requerem cuidados específicos ou que se cultivam melhor quando plantadas em conjunto com outras ervas, por isso, informe-se no momento da compra. Casos especiais à parte, depois da sua plantação, um jardim aromático necessita apenas de ser regado periodicamente, especialmente quando o tempo se apresentar mais quente e seco. Para assegurar um jardim aromático que floresce todo o ano, saiba que existem muitas ervas que suportam os meses de Inverno, enquanto outras necessitam apenas de serem envasadas e colocadas no interior ou em janelas com sol para continuarem a dar os seus frutos, mesmo nas alturas mais frias do ano.
5. Colher e saborear


 A maioria das ervas aromáticas ostenta o seu melhor sabor antes de florescerem, por isso, esteja atento – uma vez em flor, as folhagens mais antigas comecem a desvanecer e as novas surgem mais pequenas e azedas. Quanto mais as utilizar e colher, maior é o incentivo para o jardim aromático continuar a crescer e a desenvolver. Se alguma planta florescer rapidamente, pode cortar cerca de um terço da mesma para voltar a estimular a produção, fazendo questão de recorrer às folhas mais vezes. São os óleos presentes nas ervas os principais responsáveis pelo aroma e sabor deste tipo de planta; e a concentração desses óleos é mais elevada de manhã, por isso, é esta a melhor hora do dia para a colheita. Com tesoura ou mesmo com as mãos, colha os seus frutos aromáticos pela manhã – depois de o orvalho secar nas folhas e antes de ficarem murchas devido ao sol – e lave-os gentilmente em água fria antes de utilizar.
No meu arquivo, você encontrará matérias de sites e blogs
que ensinam a como cuidar da natureza.
Se você assim como eu, deseja aprender, é só clicar nos ítens abaixo.

Obrigada pela visita .Volte sempre ao meu paraiso. Rejane

Floresça!
No principio da vida todos são iniciados como sementes...Quando o primeiro broto surge, o Mundo é apresentado a ele...e muitas vezes os brotos se perguntam: "Como brotei?"Outros nem sequer se dão conta.Vivencie o broto do momento...Flua nesse brotar...Cultive com amor o seu território, não deixe as ervas daninhas, construídas de sua própria ilusão, interferirem no seu crescimento...Vivencie este crescimento...Assim você será uma bonita árvore cheia de sabedoria e amor a oferecer...Sinta a necessidade do coração e vá em frente escalando a divindade do seu Ser...Acredite, o supremo mora em vc...Brote! Cresça! Sinta se você está crescendo no caminho certo, identifique, faça o movimento verdadeiro para que sua árvore não mingue. Florescer na vida é florescer no hoje, no agora e no amanhã! Floresça a sua vida, simplesmente floresça!
(Fênix Faustine)
"Sei que é nos sonhos que os jardins existem, antes de existirem do lado de fora. " Rubem Alves

"Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria." Rubem Alves

221l

Casa , natureza e amor.Tudo que precisamos para ser feliz.

Rejane